Simples de Coração

Tanta gente fala de simplicidade sem querer dizer nada. Ninguém é melhor que ninguém, não se mede o caráter e a moral de uma pessoa pelo terno, pela casa mais bonita ou pelo carro do ano. O que importa não é o que você possui materialmente, não é o seu salário e nem sua classe social. O que importa é o que você tem em seu coração, o respeito ao próximo, a gentileza, a gratidão, a alegria, a responsabilidade, o altruísmo, a beleza...
Talvez um dia, o homem passe a julgar o outro não pelo olhos, mas usando o sentimento. Talvez o homem um dia se importe mais com sua índole, com a sua natureza e não apenas com a sua condição na Terra. Triste daquele que acha que tem tudo por possuir bens e status, no fim isso não serve pra nada.
Sejamos diferentes, tenhamos Deus no coração, pois com Ele nunca faltará nada em nossas vidas e não existe uma riqueza maior que o discernimento, a sabedoria! Não há melhor condição que ser agradável aos olhos de Deus. Sigamos contando aprendizados e não riquezas.

Maria de Nazaré, por Miramez/ João Nunes Maia


"Vidas exemplares nunca exigem: São doadoras eternas, na eternidade da própria vida"

"Há hoje, no mundo, um movimento, como nunca houve, sobre a libertação da mulher e, em certos aspectos, ele é necessário: no entanto, a própria mulher haverá de reconhecer que a verdadeira libertação nasce internamente, mostrando externamente as consequências."

"Falamos muito de amor e, principalmente, no de Maria, terminando com a excelência do amor de Jesus para com a humanidade, mas somente falamos, pensamos e escrevemos; na hora de viver esse amor sublimado, mesclamos nele o nosso egoísmo, amor próprio, como se fosse o amor verdadeiro. Temos muito o que aprender sobre o amor universal, aquele descrito por Paulo de Tarso, em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 13, 1:13 - onde se universaliza o amor, nada falta, tendo-se tudo com abundância."

"Cada criatura tem uma missão, cabendo-nos cumprir os nossos deveres diante da vida"

 

A memória é uma ilha de edição.

Esgotado o eu, resta o espanto do mundo não ser levado junto de roldão. 
Onde e como armazenar a cor de cada instante?
Que traço reter da translúcida aurora?
Incinerar o lenho seco das amizades esturricadas?
O perfume, acaso, daquela rosa desbotada?

A vida não é uma tela 

e jamais adquire o significado estrito que se deseja imprimir nela.
Tampouco é uma estória em que cada minúcia encerra uma moral.
Ela é recheada de locais de desova, presuntos, liquidações, queimas de arquivos,divisões de capturas, apagamentos de trechos, sumiços de originais, grupos de extermínios e fotogramas estourados. Que importa se as cinzas restam frias ou se ainda ardem quentes se não é selecionada urna alguma adequada, seja grega seja bárbara, para depositá-las?