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- Joyce Joy
- Parnaíba, Piauí, Brazil
- Estudante de História, Pedagoga quando dá tempo... apaixonada por livros, boa música, bichanos e arte. Para uns volátil, para outros determinada, mas na verdade, como diria Lispector, "Eu não sou promíscua. Mas sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro". Afim de trocar uma idéia? Não hesite! Escreva para: E-MAIL/MSN: joycebacchante@hotmail.com
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
A redoma de vidro
Um figo significava um marido e um lar feliz com filhos,
outro era uma poetisa famosa,
outro uma professora,
outro era Esther Greenwood, a surpreendente editora,
outro era a Europa, a África e a América do Sul,
outro Constantin e Sócrates e Átila,
um bando de amantes com nomes esquisitos e profissões originais,
outro ainda era uma campeã olímpica,
e acima de todos esses figos havia muitos outros que eu não conseguia entender.
Vi-me sentada sob essa figueira, morrendo de fome,
só porque não conseguia decidir qual figo escolheria.
Queria-os todos, e escolher um siginificava perder o resto.
Incapaz de me decidir,
os figos começavam a murchar e apodrecer,
e um a um caiam no chão a meus pés."
*Trecho do livro "A Redoma de Vidro" de Sylvia Plath.
O livro é um romance semi-autobiográfico,
assim somo Anne Sexton, Sylvia Plath é creditada
por dar continuidade
ao gênero de poesia confessional.
Joyce Bacchante às 1:00 PM 0 comentários
Marcadores: Sylvia Plath
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
"Uma manhã eu pude perceber que uma pessoa pode aparecer em nossa vida, torná-la a mais encantadora possível e, momentos depois arranca todo esse encanto e encerra toda essa felicidade com uma brutalidade terrível.
vocês acham que agir dessa maneira, apenas de acordo com nossas necessidades e esquecendo a felicidade alheia é um ato comum e que deve ser considerado natural do ser humano ou é necessário travarmos uma guerra permanente com nossos sentimentos? Devemos deixar o ego dominar nossas atitudes ou se faz necessário viver em um constante policiamento?"
(noites brancas - dostoievsky)
Joyce Bacchante às 10:14 PM 1 comentários
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Qui nem Jiló...
Se a gente lembra só por lembrar
O amor que a gente um dia perdeu
Saudade inté que assim é bom
Pro cabra se convencer
Que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade, entonce, aí é ruim
Eu tiro isso por mim,
Que vivo doido a sofrer
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz roer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
http://www.youtube.com/watch?v=_SyQCK_NdZM
Joyce Bacchante às 9:24 PM 0 comentários
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
o mal do século"
“A depressão é a imperfeição no amor. Para podermos amar, temos que ser criaturas capazes de se desesperar ante as perdas, e a depressão é o mecanismo desse desespero. Quando ela chega, degrada o eu da pessoa e finalmente eclipsa sua capacidade de dar ou receber afeição.” (Andrew Solomon EM o demonio do meio-dia)
> AS VEZES QUANDO MENOS SE ESPERA A VIDA PREGA UMA PEÇA NA GENTE... NÃO TEM COMO DEFINIR O QUE ESTOU SENTINDO. AS VEZES ACHAMOS QUE DETERMINADOS PROBLEMAS ESTÃO TÃO LONGE DA GENTE, QUE TALVEZ DEMORE TANTO ACONTECER CONOSCO. MAS ELES ESTÃO À ESPREITA.
Joyce Bacchante às 4:31 PM 0 comentários
Marcadores: ILUSÃO
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Time - Pink Floyd

"As horas passam marcando os momentos
Que se vão, que formam um dia monótono
Você desperdiça e perde as horas
De uma maneira descontrolada
Perambulando num pedaço de terra
Na sua cidade natal
Esperando alguém ou algo
Que venha mostrar-lhe o caminho
Cansado de deitar-se na luz do sol
De ficar em casa observando a chuva
Você é jovem e a vida é longa
Há tempo de matar o hoje
E depois, um dia você descobrirá
Que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida..."
Joyce Bacchante às 11:10 PM 2 comentários
Marcadores: dali

Gosto dessas figuras. As bailarinas. A postura delas tem algo acima do bem e do mal. Sua dança ora delicada e inocente, ora melancólica e sofrida, me arrepiam, emocionam e assim de alguma formam tornam-se eternas, retratando em arte um pouco do mistério que é a vida.
É incrível viver...
Acredito, como Sartre, que não só o inferno, mas também o céu são as pessoas, e ainda o são aqui e agora, isso é a vida! Acredito que o futuro se propaga a cada movimento; acredito que o que acontece comigo, e com vc são mutações progressivas e para nos adptar, temos que nos permitir! Isso é a aventura, isso é o sentido! Oportunidades.
Essa semana foi muito pertubadora.
Percebi que a caminhada é árdua, que é preciso ser fortaleza, que é preciso ter voz ativa mas também calar; que é melhor ficar longe das pessoas mal humoradas mas que talvez sejam essas, as que mais precisam de nós. O melhor que temos e levamos é a amizade, isso sim, é a melhor relação que existe: AMIGOS... sejam pra contar segredos, sejam pra sair sexta à noite, sejam pra rir, pertubar... O importante é sempre ter alguém por perto, muitas pessoas passaram por minha vida, a maioria dessas passagens que por sinal foram efêmeras, marcaram, e me deixaram grandes lições. Mas a maior responsável por tudo isso, foi justamente eu. Por q?
EU ME PERMITI.
Joyce Bacchante às 10:16 PM 0 comentários
sábado, 26 de setembro de 2009
Águas de março
* Gosto muito dessa música, ela nos faz entender que o desenrolar do cotidiano acontece de pequenos momentos, pequenos objetos, pequenos acontecimentos. Analisando bem, o título tem muito haver com o ano que só se inicia mesmo depois de encerradas as folias populares, e nada melhor que uma enxurrada pra levar as cinzas do ano anterior e começar uma vida nova. Certamente, não são às chuvas de março que Tom Jobim se referia... essas "águas" de certa forma, condizem à mudança.
Há uma espécie de desejo em inventar um mundo já meio fantástico, onde o "matita- pereira (saci-perere) e índio tem em comum: a inexistência, ou "coisas do passado". tudo isso é banhado pelas àguas de março que fecham o verão. Notamos também que os elementos ligados à ação do homem, vão se aperfeiçoando ao longo da canção... "É um estrepe é um prego, é uma conta, é um conto ... é o carro enguiçado, é a lama, é a lama".
É um mundo entre a natureza e a cultura.
É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...
É um caco de vidro
É a vida é o sol
É a noite é a morte
É um laço é o anzol...
É peroba do campo
É o nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira...
É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira...
É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga é o vão
Festa da Cumeeira...
É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira...
É o pé é o chão
É a marcha estradeira
Passarinho na mão
Pedra de atiradeira...
É uma ave no céu
É uma ave no chão
É um regato é uma fonte
É um pedaço de pão...
É o fundo do poço
É o fim do caminho
No rosto um desgosto
É um pouco sozinho...
É um estrepe é um prego
É uma ponta é um ponto
É um pingo pingando
É uma conta é um conto...
É um peixe é um gesto
É uma prata brilhando
É a luz da manhã
É o tijolo chegando...
É a lenha é o dia
É o fim da picada
É a garrafa de cana
Estilhaço na estrada...
É o projeto da casa
É o corpo na cama
É o carro enguiçado
É a lama é a lama...
É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um resto de mato
Na luz da manhã...
São as águas de março
Fechando o verão
E a promessa de vida
No teu coração...
É uma cobra é um pau
É João é José
É um espinho na mão
É um corte no pé...
São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...
É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...
É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um belo horizonte
É uma febre terçã...
São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...
-Pau, -Edra, -Im, -Inho
-Esto, -Oco, -Ouco, -Inho
-Aco, -Idro, -Ida, -Ol
-Oite, -Orte, -Aço, -Zol...
São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...
Linda não?
Joyce Bacchante às 3:50 PM 1 comentários
Marcadores: aguas de março, tom jobim
Eles...
"Se diz a palo seco
o cante sem guitarra;
o cante sem; o cante;
o cante sem mais nada;
se diz a palo seco
a esse cante despido:
ao cante que se canta
sob o silêncio a pino.
O cante a palo seco
é o cante mais só:
é cantar num deserto
devassado de sol;
é o mesmo que cantar
num deserto sem sombra
em que a voz só dispõe
do que ela mesma ponha.
…
A palo seco existem
situações e objetos:
Graciliano Ramos,
desenho de arquiteto,
as paredes caiadas,
a elegância dos pregos,
a cidade de Córdoba,
o arame dos insetos.
Eis uns poucos exemplos
de ser a palo seco,
dos quais se retirar
higiene ou conselho:
não de aceitar o seco
por resignadamente,
mas de empregar o seco
porque é mais contundente.
"À palo seco" foi um termo cunhado em 1960 por João Cabral de Melo Neto contra aqueles que agiam de forma repressiva, buscavam reprimir o florescimento da cultura nordestina, a criatividade brasileira.
Esse termo surgiu como voz ativa contra a formatação e reforma que cada vez eram explícitos nos Festivais Culturais de Poesia e Música Popular nos tempos da ditadura.

Se você vier me perguntar por onde andei
No tempo em que você sonhava.
De olhos abertos, lhe direi: - Amigo, eu me desesperava.
Sei que, assim falando, pensas
Que esse desespero é moda em 73.
Mas ando mesmo descontente.
Desesperadamente eu grito em português:
- Tenho vinte e cinco anos de sonho e
De sangue e de América do Sul.
Por força deste destino,
Um tango argentino
Me vai bem melhor que um blues.
Sei, que assim falando, pensas
Que esse desespero é moda em 73.
E eu quero é que esse canto torto,
Feito faca, corte a carne de vocês.
Belchior
Inspirado no poesia de João Cabral de Melo Neto, Belchior gravou em 1974 o disco "À palo seco" que também traz uma canção com o mesmo nome. No útimo trecho, Belchior tenta explicitar seu sentimento de revolta e resistencia contra a Ditadura: "E eu quero é que esse canto torto,
Feito faca, corte a carne de vocês."
Joyce Bacchante às 2:41 PM 0 comentários
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
"...e o meu coração selvagem
Tem essa pressa de viver
Meu bem, mas quando a vida nos violentar
Pediremos ao bom Deus que nos ajude
Falaremos para a vida:
"Vida, pisa devagar/ meu coração cuidado é frágil;
Meu coração é como vidro, como um beijo de novela"
Meu bem,
talvez você possa compreender a minha solidão
O meu som, e a minha fúria e essa pressa de viver
E esse jeito de deixar sempre de lado a certeza
E arriscar tudo de novo com paixão
Andar caminho errado pela simples alegria de ser
Meu bem,
vem viver comigo, vem correr perigo , vem morrer comigo
Talvez eu morra jovem, alguma curva no caminho,
algum punhal de amor traído, completará o meu destino.
... meu bem, meu bem, meu bem
Que outros cantores chamam baby."
Coração Selvagem
Belchior, 1977
Joyce Bacchante às 5:36 PM 0 comentários
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Poucas verdades.
45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais requisitada que eu já escrevi...
Meu taximetro chegou aos 90 em Agosto,
então aqui está a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo
3 A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer.
Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta...
9. Poupe para aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão
11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros.
Você não tem ideia do que se trata a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeiroso.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz.
Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite não como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante.
Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante, depois deixe-se levar pela maré..
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.
26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Indepedentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva...
33. Acredite em milagres
34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo o que vc fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem
37. Seus filhos só têm uma infância
38. Tudo o que realmente importa no final é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares
40. Se todos jogassemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo,
pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente
ESCRITO POR REGINA BRETT, CLEAVELAND, OHIO.
*Gosto desses aforismos,
recebi essa mensagem no e-mail.
E por q não postar?
Sei que alguns são um tanto clichês,
mas são verdades que nem sempre
reconheço.
Joyce Bacchante às 1:52 AM 2 comentários
Marcadores: 45 lições, REGINA BRETT
Apesar dos pouquíssimos comentários,
sei que esse Blog tem alguns leitores.
E que perguntavam quando eu iria atualizar...
o problema é que não estava
conseguindo um tempinho;
mas enfim, vamos lá: às boas!
O saldo é positivo!
Nesses últimos meses
me sinto menina e mulher,
uma confusão que me faz sentir viva.
O ruim disso, é que
essa sensação vai escorregando
pelos meu dedos...
como tudo na vida: finda.
Apesar de ser muito cobrada,
por certas coisas da vida
(profissional e afetivo)
eu tô super tranquila, uma paz ... , rs.
Como Caio Fernando Abreu
no seu "Morangos Mofados",
inclusive, até já citado em outro post aqui:
" (...)
eu nunca tive porra de ideal nenhum,
eu só queria era salvar a minha,
veja só que coisa mais
individualista elitista capitalista!
eu só queria era ser feliz, cara!
Gorda, burra, alienada e completamente feliz."
É isso aí, e eu quero aproveitar cada segundo disso tudo.
Joyce Bacchante às 1:17 AM 0 comentários
segunda-feira, 27 de julho de 2009
I Semana do Livro de Parnaíba - SALIPA =D
11, 12 e 13 de agosto de 2009 – Porto das Barcas
Terça – Feira (11/08)
19h – Abertura
19h30 – "Os bastidores da criação literária"
Moacyir Scliar (Escritor/Rio Grande do Sul)
20h – “Show Musical”
Teófilo Lima (Parnaíba)
Quarta – Feira (12/08)
8h – “Ovídio Saraiva, fundador da literatura piauiense”
Alcenor Candeira Filho (Professor e Poeta/Parnaíba)
10h – “Como ler poesia em sala de aula”
Wellington Soares (Professor e Escritor/Teresina)
14h – “O poema, um acidente”
Manoel Lima (Professor Dr. da UFSC/ Parnaíba)
16h – “Diálogo entre literatura e artes plásticas”
Feliciano Bezerra (Professor Dr. da UESPI/Teresina)
19h – “Como e por que me fiz escritor”
Assis Brasil (Escritor/ Parnaíba)
21h – “Show Musical”
Soraya Castelo Branco (Parnaíba)
Quinta – Feira (13/08)
8h – “Literatura e erotismo”
Joselita Izabel (Preofessora Ms. da UESPI/Teresina)
10h – “Graciliano Ramos e o romance de 30”
Jasmine Malta (Professora Ms. da UFPI/Teresina)
14h – “Esporte cultura e cidadania na escola”
Elmar Carvalho (Poeta/Parnaíba)
16h – “Das aplicações do cordel na escola”
Cineas Santos (Professor e Editor/Teresina)
19h – “Gregório de Matos: a poesia-jornal”
Ana Miranda (Escritora/Ceará)
21h – “Show Musical”
Cabeça Ativa (Parnaíba)
Joyce Bacchante às 3:24 PM 0 comentários
Marcadores: programação, SALIPA, salão do livro de parnaíba
"E desde então, sou porque tu és
E desde então és, sou e somos...
E por amor, Serei... Serás...Seremos..."
(NERUDA)
Joyce Bacchante às 10:06 AM 0 comentários
Marcadores: pablo neruda
terça-feira, 14 de julho de 2009
Os desenhos de Tulipa Ruiz

"continue esse movimento agora... e depois e depois e depois até começar levitar"

"objetivo: espalhar candura em grãos"

"Dolores prestes a levitar"

"lida dura"
Simplesmente lindo de admirar!
Joyce Bacchante às 10:23 AM 1 comentários
Marcadores: tulipa ruiz
segunda-feira, 22 de junho de 2009
* Conheci Florbela Espanca através do meu amigo Sambauer.
Desde lá, passei a admirar essa poeta.
O poema da vez chama-se "EU".
É um dos mais lindos, talvez o melhor poema dela que já li.
Até por que muitas vezes me sinto assim:
"Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!"
Joyce Bacchante às 9:09 AM 3 comentários
Marcadores: Eu, Florbela Espanca
Nem sempre o que eu digo ou escrevo é realmente o que sinto ou o que quero dizer....
Algumas coisas na minha vida já estão me incomodando, foi muito legal conhecer todas as pessoas, brincar, curtir, viver tudo que eu tinha pra viver como se fosse o último dia....
eu não me arrependo de nada! Ao meu ver tudo serviu como um aprendizado.
Mas eu tô pedindo férias, férias do meu cotidiano...
eu quero uma base, quero algo firme...
Como é próprio do ser humano, da vontade de largar tudo e viver por ai,
uma nova aventura.
Joyce Bacchante às 8:59 AM 0 comentários
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Neruda, "Aqui eu te amo"
# Gosto de poemas que falam por mim.
Hoje é dia dos namorados e eu estou longe daquele que eu quero tanto bem.
Este poema de Neruda é belíssimo, como todos os outros (diga-se de passagem).
É impossível não sentir a beleza de suas palavras.
Aqui eu te amo.
Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento.
Fosforece a lua sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se.
Descinge-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
As vezes uma vela. Altas, altas, estrelas.
Ou a cruz negra de um barco.
Só.
As vezes amanheço, e minha alma está úmida.
Soa, ressoa o mar distante.Isto é um porto.
Aqui eu te amo.
Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte.
Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas.
As vezes vão meus beijos nesses barcos solenes,
que correm pelo mar rumo a onde não chegam.
Já me creio esquecido como estas velha âncoras.
São mais tristes os portos ao atracar da tarde.
Cansa-se minha vida inutilmente faminta..
Eu amo o que não tenho.
E tu estás tão distante.
Meu tédio mede forças com os lentos crepúsculos.
Mas a noite enche e começa a cantar-me.
A lua faz girar sua arruela de sonho.
Olham-me com teus olhos as estrelas maiores.
E como eu te amo, os pinheiros no vento,
querem cantar o teu nome, com suas folhas de cobre.
Joyce Bacchante às 7:28 PM 0 comentários
Marcadores: pablo neruda
sábado, 6 de junho de 2009
TODOS OS NOSSOS SEMELHANTES
* Este texto trata de um assunto que
até pouco tempo atrás me inquietava,
até que um amigo de SC
me mostrou esse blog
e gostei do que li.
Trata-se do blog do eduardo guimarães
Vale a pena dar uma conferida!
"Se alguém ainda tinha alguma dúvida de que,
no Brasil, há várias classes de cidadãos,
o acidente com o avião da Air France
acaba de provar que essa
é a mais dolorosa de nossas verdades.
Uma verdade que muitos de nós
se recusam a ver porque nos envergonha.
Escrevo logo depois de ler
que o presidente da República em exercício,
José Alencar, acaba de decretar luto de três dias
pela morte de cerca de cinco dezenas de brasileiros
naquele acidente aéreo.
Nos últimos dias, o sumiço do avião sobre o Atlântico,
as especulações sobre o que teria acontecido,
os dramas pessoais decorrentes da tragédia e,
finalmente, a confirmação da morte daqueles cidadãos,
tudo isso foi alçado a um patamar
que terminou pondo a nação de luto.
Não tenho nada contra o país condoer-se
pelas vítimas dessa tragédia,
até porque me condôo da mesma forma.
São seres humanos, meus semelhantes.
Oponho-me somente a não haver luto oficial
ou comoção da mídia quando outras
cinco dezenas de brasileiros morrem
de forma tão ou mais trágica no Norte e no Nordeste
por conta de chuvas e inundações,
com o agravante de que a tragédia norte-nordestina
é de proporções muito maiores.
Famílias inteiras desabrigadas,
montanhas de feridos,
gente adoecendo gravemente.
Foram milhares os atingidos.
Pergunto: por que uma tragédia é menor do que a outra?
Se são tragédias no mínimo igualmente trágicas,
porque são tratadas pelo Estado
e pela mídia de forma tão diversa?
O que torna mais importantes
as cidadãos que estavam naquele vôo trágico?
A resposta a essas perguntas é dolorosa:
cor da pele e classe social. Ponto.
Não há dúvida sobre isso.
Há gente que será suficientemente calhorda para negar,
mas é lógico que, por haver quase uma totalidade
e negros, índios ou seus descendentes
entre os mortos do Norte e do Nordeste
- e por serem todos pobres -,
não merecem tratamento igual
ao da esmagadora maioria de brancos
de classe média alta que morreram no desastre aéreo.
Não estou contando nenhuma novidade.
Todos sabem que é assim no Brasil
e em tantas outras partes do mundo,
inclusive no mundo rico, e ninguém fala nada.
Aceitamos isso assim inclusive
porque se trata do nosso grupo social,
no caso do acidente aéreo,
com variações maiores ou menores de poder econômico.
Eu, pelo menos, não consigo aceitar esse tipo de coisa.
Não consigo me conformar.
Exijo de mim mesmo ficar indignado.
Não posso perder essa capacidade.
Não posso achar que seja
civilizado,
decente,
humano
Joyce Bacchante às 8:50 AM 1 comentários
Marcadores: eduardo guimaraes
domingo, 31 de maio de 2009
*POIS É*
Pois é, não deu
deixa assim, como está, sereno
pois é de Deus tudo aquilo que não se pode ver
e ao amanhã a gente não diz
e ao coração que teima em bater
*avisa que é de se entregar o viver
pois é, até onde o destino não previu
sem mais, atrás vou até onde eu conseguir
deixa o amanhã e a gente sorrir
que o coração já quer descansar...
*clareia a minha vida! amor... no olhar
[Los Hermanos]
Prefiro calar...
Joyce Bacchante às 9:05 AM 0 comentários
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Mês de junho ta chegando, festas juninas permeiam essa época.
Não gosto muito desses meses de bumba-meu-boi, quadrilhas e fumaças, mas meus conceitos estão começando a mudar, creio que essa influência venha do meu curso e de um maior envolvimento da minha parte com as festividades do colégio.
Ontem por exemplo cheguei a me arrepiar com as apresentações das rainhas juninas!!!
A dança, a coreografia... espetacular! A platéia vibrando... arrepiante mesmo!!!
Quem diria...
Joyce Bacchante às 9:57 AM 1 comentários
domingo, 17 de maio de 2009
Não! Não estou passando por nenhum inferno astral,
nem sentindo pena de mim, e muito menos com crise existencial!
Mas às vezes, eu sinto saudade do nada.
Eu sinto saudade de lugares que nunca fui, de momentos que nunca vivi
e de pessoas inesquecíveis que nunca conheci!
Parece meio estranho, mas é como se eu precisasse de uma caverna, ficar comigo.
* * * * *
De volta à vida real...
Ontem finalmente vi o tal video de Boyle cantando "i dreamed a dream".
Mas os tigres vêm à noite
Com suas vozes suaves como trovão
Como eles despedaçam sua esperança
Transformando seus sonhos em vergonha
E ainda sim sonhei que ele veio até mim
E que viveríamos os anos juntos
Mas há sonhos que não podem ser
E há tempestades que não podemos prever
Eu tive um sonho que minha vida seria
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente daquilo que parecia
Agora a vida matou o sonho que sonhei ...
wow!
Lembro que quando era aluna da UFPI
ficava na sorveteria lendo "Os Miseráveis" aos prantos...
Sensibilidade total!
Joyce Bacchante às 7:16 PM 0 comentários
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Eu gosto mesmo é de ocê...
Coração apertadinho,
Tô pequenininha...
Hj não foi um bom dia...
Sabe quando vc faz 1.001 planos e tudo murcha???
Pois é...
Coração ferido =(
Joyce Bacchante às 11:48 PM 0 comentários
Marcadores: Ai que saudade de ocê, elba ramalho
domingo, 12 de abril de 2009
O inquietante "Le Seaphondie et Papillon"
Jean-Do, como era chamado pelos amigos teve o seu veredicto após um acidente vascular cerebral. Sem dúvida o que fascina nessa obra é o sarcasmo sutil e o humor ácido do protagonista... sem falar do exercício inimaginável que ele fez por não ter condições físicas de escrever e reescrever seu livro até chegar a frase perfeita.
*
Sua força de vontade é algo claustrofóbico!
*
Ele tinha duas escolhas naquele momento, fazer algo em prol de si mesmo ou se entregar completamente e esperar a morte chegar... no entando, foi capaz de escrever um livro, piscou letra por letra, nos proporcionando conhecer a sua história, fazendo com que nos emocionemos e que pensemos em nossas vidas, nos levando a indagações sobre nossos momentos, o que temos, o que não temos e o que realmente é contrastante em nossa vida.
Em nenhum momento há apelo para o sentimentalismo ou para a lição de vida que transformariam a obra num dramalhão piegas ou em outro "auto-ajuda" desses que enchem o saco. Recomendadíssimo.

"Por trás da cortina de pano roída pelas traças,
uma claridade leitosa anuncia a aproximação da manhã. Doem-me os calcanhares, sinto a cabeça apertada num torno, e todo o meu corpo está encerrado numa espécie de escafandro. O meu quarto sai lentamente da penumbra. Observo pormenorizadamente as fotografias dos meus queridos, os desenhos das crianças, os cartazes, um pequeno ciclista de folha enviado por um camarada na véspera do Paris-Roubaix, e o cavalete que sustenta a cama onde estou incrustado há seis meses como um bernardo-eremita sobre o seu rochedo.
(...)
O escafandro torna-se menos opressivo e o espírito pode vagabundear. como uma borboleta.
Há tanta coisa a fazer. É possível elevar-me no espaço ou no tempo, partir a voar para a Terra do Fogo ou para a corte do rei Midas. É possível ir visitar a mulher amada, deslizar junto dela e acariciar o seu rosto, ainda adormecido. É possível construir castelos no ar, conquistar o Tosão de Ouro, descobrir a Atlântida, realizar os sonhos de criança e os sonhos de adulto."
(trecho do livro)
Joyce Bacchante às 1:29 AM 0 comentários
Marcadores: filme, o escafandro e a borboleta
Down em mim....

O feriado da Semana Santa ainda não terminou, mas pra mim parece que já...
São exatamente 01:00 da madrugada de 12 de abril (ainda temos o domingo!)
Muitas vezes penso que estou me sobrecarregando,
mas pro outro lado:
"Eu não posso? Eu sou pior que alguns outros por ai??"
Claro que não!! Tenho meus erros, mas tb tenho minhas virtudes
e além disso, eu sei que sou boa. Pra quê fraquejar??? tsc, tsc
Tô precisando ir pra minha caverna, aquela velha caverna...
pensar um pouco em mim, saber o que fazer dessa vida que me foi dada.
Não é que eu não esteja bem, eu estou feliz sim!
Mas to precisando colocar a casa em ordem.
To meio sem rumo, pra certas coisas.
Minhas ambições são tão mesquinhas...
Joyce Bacchante às 12:56 AM 0 comentários
segunda-feira, 30 de março de 2009
Dias maravilhosos....
Altos e baixos... mas tudo bem.
O saldo é positivo!
Dias de sol, de chuva... estes últimos são os melhores.
O prazer de um fim de tarde cinza é indescritível... vento frio!
Não vejo a hora de passar uma tarde dessas com meu Chuchu.
Joyce Bacchante às 2:21 PM 0 comentários
sábado, 14 de março de 2009
Excomungamos...
"Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todas injustiças e assimetrias realizadas em nome da "democracia liberal", pois a história tem sido testemunha de que essas duas expressões são incompatíveis... "
Joyce Bacchante às 9:32 AM 1 comentários
Marcadores: Pe. Alfredo J. Gonçalves, Revista Forum
segunda-feira, 2 de março de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
In to Wild
"Acho que você deveria realmente promover uma mudança radical em seu estilo de vida e começar a fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante demais para tentar.
Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso que parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito aventureiro do homem que um futuro seguro.
(...)
Se você quer mais de sua vida, deve abandonar sua tendência à segurança monótona e adotar um estilo de vida confuso que, de início, vai parecer maluco para você. Mas depois que se acostumar à tal vida verá seu sentido pleno e sua beleza incrível.
Seja nômade! Faça de cada dia um novo horizonte.
Você está errado se acha que a alegria emana somente ou principalmente das relações humanas. Deus a distribui em toda nossa volta. Está em tudo e em qualquer coisa que possamos experimentar"
> Sábias palavras de Alex Supertramp,
que na realidade chamava-se Chris McMandless.
Alex sucumbiu depois de sua odisséia no rigoroso frio do Alasca,
provavelmente por ter ingerido plantas selvagens venenosas.
Para uns era cosiderado um cara corajoso pra outros um estúpido,
creio que nos seus 24 anos, Alex viveu intensamente,
da forma como se sentia feliz.
O trecho citado foi retirado do livro "Na Natureza Selvagem", que conta a saga dos últimos dias de McCandless. Certamente esse trecho muito me sensibilizou,
pois discorre exatamente como vivemos uma vida mesquinha, cheia de preocupações com conformismo e o sedentarismo.
Não que eu queira pegar minha mochila com um punhado de arroz, algumas roupas e me mandar pra Serra da Capivara, claro que não!
O que vale aqui são indagações, levando em cosideração a nossa individualidade e evitando a prioridade das relações pessoais:
Quais as possibilidades de me sentir bem?
Em quais momentos da minha vida sinto prazer?
O que me da alegria no meu cotidiano?
Joyce Bacchante às 8:16 AM 0 comentários
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
"Eu afirmava que destruindo os controles e as defesas
que normalmente nos protege contra insustentáveis evidências,
a embriaguez me obrigava a olhá-las de frente.
Penso hoje que, na condição privilegiada que é a minha,
a vida envolve duas verdades entre as quais não há como escolher
e que cumpre enfrentar juntas:
A alegria de existir e o horror de acabar... "
(Simone Beauvoir)
Joyce Bacchante às 8:44 PM 0 comentários
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sábado, 10 de janeiro de 2009
Joyce Bacchante às 1:12 PM 0 comentários
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
QUE VENHA 2009!!!
Saldo de 2008...
Ano de grandes realizações e conquistas... Decidi que para 2008 muita coisa ruim ia mudar, ou melhor... acabar! Romper com meus medos, fantasmas que privavam o meu viver, o meu sorrir... Foi aí que me dei o presente de ser feliz, comigo mesma...
Em janeiro, logo veio a aprovação no vestibular no curso que eu sempre almejei (HISTORIA). No mês seguinte, no Carnaval fui pra casa dos meus avós, (coisa que nunca tinha feito), Percebi como a vida (se a gente quiser) pode ser simples... muita gente lá fora gosta de viver e fazer o bem! Um sorriso... uma piscada de olho (rs), um mergulho num rio de águas cristalinas... um pulo da ponte! Parece bobagem, mas quem vive isso sabe que tais atos preenchem a alma ... Me afastei de alguns amigos queridos, mas estes sabem que são insubistituíveis, digo isso pois eles sabem que são importantes pra mim, afinal todo reencontro é recheado de boas risadas e conversas proveitosas...
Diferentemente dos outros anos, li muito pouco... li dois ou três à respeito do meu curso. Saí muito... aproveitei todos os instantes. Descobri um Porto das Barcas* diferente. Passei no Porto, um dos momentos mais lindos e singelos da minha vida (sem exageros); Proporcionado por uma pessoa muito querida, ela tem sido o motivo do meu bem estar, alegria, ou qualquer outra palavra que seja sinônimo de felicidade.
"Não... eu não sambo mais em vão..."
Não é segredo... Leandro me arrebatou! Sim... ele é o meu "chbchbchb" rsrs! Esse bem chegou pra ficar. É incrível como em pouco mais de 2 meses ele se tornou meu norte, meu ponto de encontro. Meu carão para não pisar na bola, tornando-me melhor pra ele me gostar sempre. Não há volta se não for para ele. As coisas lindas são mais lindas e prazerosas com ele.
***
Natal ao meu ver é uma data muito melancólica, nunca fui fã dessa data. Mas esse ano foi tão tranqüilo... cheio de paz, hamornia e por q não amor? Sim,foi muito bom mesmo!!! Reveillon não foi diferente.. água salgada pra lavar e pessoas contagiantes para celebrar...
Aprendi que a vida tem que ser vivida já, urgente. . .
Basta um beijo, e a delicada engrenagem movimenta-se, uma necessidade cósmica nos protege [adélia prado]
Joyce Bacchante às 11:34 AM 0 comentários
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
"É preciso estar sempre embriagado. Eis aí tudo: é a única questão. Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo que rompe os vossos ombros e vos inclina para o chão, é preciso embriagar-vos sem trégua.Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira.
Mas embriagai-vos.E se, alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre a grama verde de um precipício, na solidão morna do vosso quarto, vós acordardes, a embriaguez já diminuída ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que foge, a tudo que geme, a tudo que anda, a tudo que canta, a tudo que fala, perguntai que horas são;
e o vento, a onda, a estrela, o pássaro, o relógio, responder-vos-ão: 'É hora de embriagar-vos! Para não serdes os escravos martirizados do Tempo, embriagai-vos: embriagai-vos sem cessar! De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira'.
Joyce Bacchante às 7:19 PM 3 comentários
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
"Tudo que é Sólido Desmancha no Ar".
O espírito da modernidade que, segundo Berman, já é percebido por alguns pré-modernos como Rousseau, tem como característica o clamor desenvolvimentista e revolucionário da sociedade moderna, existe uma preocupação em mostrar o processo que faz da modernidade algo diferente de fases anteriores da vida humana. O desenvolvimento constante da modernidade acontece de forma dialética, destruindo o antigo para construir o novo. Simplesmente a busca do novo é analisada de forma minuciosa e crítica, buscando explicitar as conseqüências e a forma como acontece este processo. Turbilhão moderno, é basicamente isso: o fato da modernidade não conseguir conviver com o velho.
Quando se trata de internet e relações, o anonimato
protege a identidade, simplifica o relacionamento e dificulta a solidez.
Uma nova dúvida então se faz em relação ao homem:
a solidez (de uma forma mais Foucaultiana) é um discurso caindo em desuso?
Ou (freudiana) é uma necessidade intrínseca do homem ter certezas que o conduzem, como a família e a religião?
Sem essas certezas uma crise tecnohumana surgirá como novo problema?
Baseado nos comentários de Rogério Gimenes
sobre o livro "Tudo o que é sólido se desmancha no ar", de Marshall Berman
Joyce Bacchante às 8:05 PM 0 comentários
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domingo, 26 de outubro de 2008
BOM DIA, AMOR!
Joyce Bacchante às 12:10 PM 0 comentários
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
alexander soljenitsin
Em 1924 definiu-se na União Soviética o Novo Código Penal que defendia entre outros delitos o crime contra-revolucionário e regulamentou a noção de "pessoa socialmente perigosa".
A partir de 1929, a União Soviética criou um imenso sistema de repressão, que se tornou conhecido como "o arquipélago Gulag".
Alexander Soljenítsin, na condição de capitão do exército, foi preso em 1945, depois que o serviço secreto interceptou duas cartas que escrevera a um primo, criticando Stalin. Por isso, passou oito anos preso na Sibéria e três anos "isolado" no Cazaquistão, sendo libertado em 1956, durante a moderada abertura política de Nikita Kruchov.
Soljenítsin ganhou fama mundial, no final dos anos 60 e início dos 70, por denunciar o terror soviético do período do stalinismo (1924–1953).
Em 1957, publicou seu primeiro livro "Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch" (1962), sobre os campos de concentração stalinistas. Em 1967, provocou as lideranças soviéticas com uma carta pedindo o fim da censura.
Devido à divulgação clandestina de obras proibidas,
como O Primeiro Círculo do Inferno,
foi expulso da União dos Escritores Soviéticos em 1969.
No ano seguinte, conquistou o Nobel de Literatura,
mas foi proibido de viajar a Estocolmo para receber o prêmio.
Admirado no exterior e odiado pela cúpula comunista, foi expulso da URSS por haver descrito a vida nos campos de prisioneiros da Sibéria, em O Arquipélago Gulag (1973).
Sempre criticou severamente a "ocidentalização" da Rússia.Ao contrário do que se poderia esperar, nem mesmo a direita norte-americana conseguiu capitalizar o exílio de Soljenítsin para a propaganda anticomunista. O escritor simplesmente não tinha interesse em percorrer os Estados Unidos para debater suas idéias. Além disso, seus comentários sobre a "decadência moral" do Ocidente logo o tornaram inconveniente.
Nos 18 anos em Vermont, viveu no ostracismo. Quase não saía de casa, nem recebia visitas.
Voltou definitivamente à terra natal em 1994, com a intenção de lutar pela "recuperação espiritual" do país, o fortalecimento do nacionalismo russo e da Igreja Ortodoxa.
Soljenítsin nunca se filiou a nenhum partido ou movimento social.
Morreu em Moscou, em 3 agosto de 2008.
Fonte: estatuadaliberdade.blogspot.com
Joyce Bacchante às 2:23 PM 0 comentários
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Religiosidade Africana
O candomblé e a umbanda possuem 16 orixás (as entidades cultuadas),
estes orixás corresponde a um ou mais santos católicos.
(* Bruno Reis, antes de nascer, teve o destino traçado, sua bisavó foi uma grande yalorixá, ela avisou pro seu pai -mesmo sem ele acreditar nessas coisas- "Aí vem um guerreiro q vai levantar bem alto a minha bandeira"..dito e feito: ele encontrou meu blog e me ajudou a esclarecer melhor essas idéias e a continuar lutando por aquilo que sua bisavó acreditava. Fera no assunto, gentilmente ele me cedeu as seguintes informações: a umbanda sim tem 16 orixas, mas o candomblé tem muito mais, segundo Pierre Verger são em torno de 400. O orixa, é nada mais nada menos, q o ancestral
No período colonial no Brasil, chegaram ao país os primeiros africanos de origem iorubá,
um povo que ocupava a região onde hoje ficam Nigéria, Benin e Togo.
A religião dos iorubás era o candomblé, mas eles aportaram no Brasil como escravos e não podiam cultuar suas divindades livremente devido a religião oficial do país ser o catolicismo. Por causa dessa proibição, os escravos começaram a associar suas divindades com os santos católicos para exercerem sua fé disfarçadamente.
(a religião dos yorubás não é o candomblé,
Como os santos católicos são bem numerosos, existem divindades que são identificadas com mais de um santo.
Por exemplo: Oxóssi, o rei da caça, é associado a São Jorge e a São Sebastião. "Essa relação com um ou outro santo depende da região do país, variando de acordo com a popularidade do santo no local", diz o sociólogo Reginaldo Prandi, autor do livro Mitologia dos Orixás.
(Os orixás só correspondem aos santos catolicos na umbanda,
Claro que a associação não é exata: ao contrário dos santos católicos, os orixás são entidades com virtudes e defeitos, e seus seguidores acreditam que eles conhecem o destino de cada um dos mortais.
A umbanda, é uma religião genuinamente brasileira, surgida na década de 30 no Rio de Janeiro
a partir da combinação de elementos do candomblé, do catolicismo e do espiritismo.
(O candomblé nasce aqui no Brasil
Assim como o candomblé, a umbanda também cultua os orixás.
Mas os umbandistas representam essas divindades com imagens diferentes, além de cultuarem outros três espíritos, o preto-velho, o caboclo e a pomba-gira. Nenhum deles aparece no candomblé.
Na África ainda se cultua Orixá, mas não é candomblé,
Bom, Reginaldo Prandi é uma boa fonte!
Se quer saber o q se há para saber deve ler Pierre Verger, existe um documentario muito legal sobre ele feito pelo filho do Chico Buarque
O temido exú tbm
Lembrando que este blog sempre estará aberto à opiniões, idéias e correções!
As cinco principais entidades do candomblé e da umbanda
Iemanjá
SANTA CATÓLICA: Nossa Senhora da Conceição
No zodíaco corresponde ao signo "CANCER"
Iansã
SANTA CATÓLICA: Santa Bárbara
(Na doutrina católica, ela corresponde a Santa Bárbara -
também uma protetora contra raios, tempestades e trovões)
No zodíaco corresponde ao signo "SAGITÁRIO"
Xangô
SANTO CATÓLICO: São Jerônimo e São João
(Xangô é o deus do trovão e da justiça. Ele é associado a dois santos católicos: São Jerônimo, que no final do século 4 traduziu alguns livros da Bíblia do hebraico e do grego para o latim, ou São João, que pregava a conversão religiosa e batizou Jesus)
No zodíaco corresponde ao signo "LIBRA"
Ogum
SANTO CATÓLICO: Santo Antônio e São Jorge
(Ogum é o orixá da guerra, capaz de abrir caminhos na vida. Por isso, costuma ser identificado com Santo Antônio, o "santo casamenteiro", ou com São Jorge, santo guerreiro que é representado matando um dragão)
No zodíaco corresponde ao signo "ÁRIES"
Oxalá
SANTO CATÓLICO: Jesus/ Nosso Senhor do Bonfim
(Oxalá é a divindade que criou a humanidade - por isso, ele se equivale a Jesus, uma das manifestações do Deus triuno do catolicismo (pai, filho e espírito santo). Além de ter modelado os primeiros seres humanos, Oxalá também inventou o pilão para preparar inhame e é considerado o criador da cultura material)
No zodíaco corresponde ao signo "AQUÁRIO"
Outras Entidades:
> Exu: Anjo Gabriel (Leão)
> Oxóssi: São Sebastião (Touro)
> Nanã: Sant'ana (Escorpião)
> Omulu: São Lázaro (Capricórnio)
> Ibejis: São Cosme e Damião (Gêmeos)
Joyce Bacchante às 11:10 AM 3 comentários
Marcadores: candomblé, orixás, santos católicos, signos, umbanda
terça-feira, 23 de setembro de 2008
ecyoJ
Eu não quero rasgar tua roupa
Quero ter tua....
Com carinho o teu sorriso,
Ver e sentir a tua alegria
E fazer esquecer este vazio
Que está escondido em teu peito!
Sentir de verdade o teu sentir,
Sorrir...
E ao mesmo tempo...
Mostrar-lhe o que queres
De verdade ver em alguém
O que desejas quando passa mais uma ressaca
Olhar nos teus olhos e ver o que ninguém ver.
E dizer bem baixinho...
O que queres ouvir...
Fazer esquecer este vazio
Preenchendo com uma...
Duas...
Sabe lá quantos momentos passaremos juntos
Mais que estes sejam eternos...
Que mesmo chegando ao fim
Lembre-se...
Das coisas boas que se deve ter na vida...
E que achamos em um copo, em uma roda
Com amigos a festejar...
O que o pensamento vem a nos lembrar...
(por mário viana)
Joyce Bacchante às 11:02 AM 0 comentários
O dia do historiador
Joyce Bacchante às 10:32 AM 0 comentários
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domingo, 31 de agosto de 2008
Go Back
-"Não é o meu país
É uma sombra que pende
Concreta
Do meu nariz em linha reta
Não é minha cidade
É um sistema que invento
Me transforma
E que acrescento
À minha idade
Nem é o nosso amor
É a memória que suja
A história que enferruja
O que passou
Não é você
Nem sou mais eu
Adeus meu bem
Adeus! Adeus!
Você mudou, mudei também
Adeus amor!
Adeus!
E vem!"
Só quero saber
Do que pode dá certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber do que pode dá certo não tenho tempo a perder......
Joyce Bacchante às 12:27 AM 1 comentários
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Joyce...
O que é, o que tem Joyce?
Tem som, tem cantoria?
Tem calor, tem harmonia?
É sedução, é alegria?
Fantasia?
Quem Joyce teve, feliz era
E perdeu tudo, quem dera...
Hoje quem tudo tem,
Vive com ela !!!!
Joyce pra se viver
Joyce pra se crescer
Viver com ela é crescer
Nunca morrer !!!
Joyce palavra bonita
De amizade pura e infinita
Quem conhece acredita,
Se não fosse deusa, era Angelita !!!
Joyce, divina claridade
Sempre a tecer felicidade
Espalhando a todos com carinho
Em reluzentes caminhos de igualdade,
Que saudade !!!!!
Com amor, Susana Santana.
(susana santana)
Joyce Bacchante às 1:13 AM 0 comentários
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
FIJACIÓN ORAL...
"O amor talvez
É um mal comum
E assim como vê
Estou viva ainda...
Será questão de sorte?"
Joyce Bacchante às 12:15 AM 1 comentários
Marcadores: Las de La Intuicion, Shakira
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Volta às aulas...
Sempre anciosa...
eu vou tão empolgada, mas quando me deparo com a realidade....
Eu queria saber o motivo de tanta falta de disposição!
Poxa, só estamos no começo....
Sei que assim como o lápis de cor somos todos iguais e ao mesmo tempo diferentes... temos propósitos e vontade própria.
Mas para fazer escolhas adiante é preciso se dedicar agora!
Em setembro especialização...
Muitas vezes chego a querer jogar tudo pro alto e tentar algo novo...
Provavelmente isso vai acontecer, cedo ou mais tarde.
Joyce Bacchante às 9:29 AM 0 comentários
Marcadores: coragem
domingo, 3 de agosto de 2008
Charles Canela

"Por que somos vazios?
Somos vazios porque não vivemos nunca o agora.
Somos ansiosos,
melodramáticos,
pessimistas,
arrogantes
e estúpidos
por vivermos num tempo não palpável.
O que fizemos de errado ontem
e o que faremos de bom amanhã
nos impedem de fazer o que tem que ser feito agora.
A sensação do impossível é o que nos faz mal."
charles canela
Joyce Bacchante às 10:35 AM 1 comentários
Marcadores: charles canela
quarta-feira, 30 de julho de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Inclusive, os fatos.
Ou a ausência deles.
Duvida?
Quando nada acontece,
há um milagre que não estamos vendo"
(João Guimarães Rosa in "O espelho")
Joyce Bacchante às 3:27 PM 0 comentários
Praia - Julho
"MÚSICA" - vanessa da mata
Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva
Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros.
Dilacerados
Nossa bela história
Está no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Joyce Bacchante às 1:55 AM 0 comentários
Marcadores: musica, vanessa da mata
Joyce Bacchante às 1:52 AM 0 comentários
Marcadores: errar é humano
terça-feira, 22 de julho de 2008
Dedução - Maiakóvski
Não acabarão com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente.
Joyce Bacchante às 10:12 AM 0 comentários
Marcadores: Dedução, Maiakóvski, poema
sábado, 12 de julho de 2008
ana carolina - carvão
"Surgiu como um clarão
Joyce Bacchante às 3:50 PM 0 comentários
Marcadores: ana carolina, carvão
quarta-feira, 18 de junho de 2008
"... Tudo que me prende aqui
é que me faz sentir mais divino.
...
Leve-me pra casa
tire minha manta, encosta teu corpo no meu;
deixe a natureza cursar
Veja, minha Eva pós-moderna
O sol surgiu novamente
Eu, um anjo de guarda
sonho um dia
fazer-te "anjo" também
Porém agora apenas me ame
e lembre-se:
estou aqui,
estarei aqui
só me chame,
só me ame"
(METRÓPOLE DOS ANJOS)
Leonardo Silva
um trecho do poema de Leonardo Silva
que é estudande de história,
poeta e meu amigo.
Valeu Léo!
Joyce Bacchante às 9:16 AM 2 comentários
Marcadores: Leonardo Silva, Metrópole dos Anjos, poema
sexta-feira, 30 de maio de 2008
A gente ama o que precisa,
ama o que faz sentir bem,
ama o que é conveniente.
Como pode dizer que ama uma pessoa
quando há dez mil outras no mundo
que você amaria mais se conhecesse?
Mas a gente nunca conhece.
Joyce Bacchante às 10:56 PM 3 comentários
Marcadores: charles bukowski
quarta-feira, 7 de maio de 2008
"Eu sou uma menina nova
daquelas que vão onde o vento leva
eu vivo fora de alcance
vivo sem endereço, sem passado
sei que assim, ninguém poderá me prender
vou pela minha estrada sem parar,
sem diminuir a velocidade...
se um dia eu parar, vai ser pra dizer que "eu te amo".
Nessa hora não quero pressa,
só quero te olhar
e sentir que o tempo não passa
nem nos empurra pra frente
quando queremos ficar parados.
E quando você não me fizer mais feliz,
vou embora.
Cuidarei de cada ferida que existir em mim.
Voltarei a seguir meu caminho.
Nem mesmo sei pra onde vou
talvez seja pra lugar nenhum,
quem sabe agora andarei devagar
pois ando pra frente
mas meu coração quer voltar a atrás
cada lágrima que fica pelo caminho
vão ser provas do que sofri
mas assim que elas secarem
pode ter certeza que já me recuperei.
A vida é vivida a cada instante
e a cada hoje,
não existe história mais bonita
do que aquela que escrevemos
a cada momento do agora."
(Fernanda Patrícia Angelas)
*Não resisti e publiquei o poema de Nanda.
Assim como eu, ela cursa o I-bloco de História (UESPI),
Nanda é pessoa bela, tanto por dentro como por fora.
Adorei esse poema.
Ele simplesmente fala de mim!!!
Joyce Bacchante às 9:43 PM 2 comentários
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Desde os primórdios da humanidade que a mulher tem lutado pelos seus direitos, tem lutado por uma vida melhor, pelo seu reconhecimento enquanto ser vivo. Antigamente, as mulheres eram usadas como sendo escravas e objectos sexuais. Faziam tudo o que lhes era imposto, eram consideradas um ser desprezível. Eram úteis apenas para cuidar dos filhos, executar as tarefas domésticas e satisfazer os homens.
Aliás, infelizmente, ainda são tratadas assim em certos países.
Contudo, é graças à ela que a nossa espécie continua.
Foi ela quem inspirou os grandes pintores, os grandes escritores de textos literários, foi ela quem inspirou os músicos a criarem as mais belas canções.
A mulher não deve ser vista de maneira diferente, deve ser considerada como um ser vivo e ter os mesmos direitos que os homens.
Foi a partir da Revolução Francesa, em 1789, que o papel da mulher na sociedade começou a alterar-se. A exploração e limitação dos direitos marcaram essa participação feminina e aos poucos foram surgindo movimentos pela melhoria das condições de vida, de trabalho, a participação politica, o acesso à instrução e a igualdade de direitos entre os sexos.
Em alguns países, felizmente, podemos ver que algumas mulheres já aderiram ao mundo da política, mundo este que desde sempre envolveu apenas homens. As mulheres cada vez mais participam no mundo não só da política mas também do desporto, da saúde, da engenharia etc.
Acredito que, se as mulheres desde sempre pudessem participar ativamente na sociedade, então talvez o Mundo fosse um lugar melhor, com mais paz, amor e carinho.
Carolina Carrujo
Joyce Bacchante às 10:04 PM 1 comentários
Marcadores: mulher
domingo, 27 de abril de 2008
Dois
Dois seres...
Dois objetos patéticos.
Cursos Paralelos
Frente a frente...
Pensar talvez:
"Paralelos que se encontram no infinito...".
No entanto sós por enquanto.
Eternamente dois apenas.
(Neruda)
*Hj passei horas a fio lendo poemas de Pablo Neruda e ouvindo Elis Regina...
Esse poema chega a intrigar os meus pensamentos, tô apaixonada por Neruda. s2
Joyce Bacchante às 9:53 PM 2 comentários
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sexta-feira, 25 de abril de 2008
A minha Idade Média

I
Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Sou metal, raio, relâmpago e trovão
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
Metal Contra as Nuvens/ Legião Urbana
(Composição: Dado Villa-Lobos-Renato Russo-Marcelo Bonfá)
Metal contra as nuvens é uma canção belíssima,
trata da luta da consciência por manter sua soberania,
da luta da Vontade por manter seu próprio Entendimento.
A verdade é que a única Guerra Santa real, hoje em dia,
só ocorre dentro de cada indivíduo.
Tal como narra essa canção.
Joyce Bacchante às 11:06 AM 1 comentários
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terça-feira, 1 de abril de 2008
ZPE
As importações e exportações de bens e serviços nas ZPE’s ficam isentas do Imposto de Importação, IPI, Cofins, Cofins-Importação,
Joyce Bacchante às 10:03 PM 3 comentários
segunda-feira, 24 de março de 2008
Berlim
"Aquela semana em Berlim
aquela cidade é celestial, é celestial
toda aquela semana em Berlim
e Berlim não viu o nosso amor
a saudade se intensifica
tudo lembra o nosso amor por aqui
tenho visto muitas maravilhas
mas não brilham sem tua presença."
Cidade Negra "Berlim",
gosto de ouvir essa música.
*Beijos*
Leonid Brezhnev e Erich Honecker em troca de beijos socialistas fraternais ilustram uma parte do muro de Berlim. Nem todo o muro caiu. Existe ainda cerca de 1 Km e tal junto ao rio Spree, que foi deixado intacto.
O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado,tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além disso está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.
dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico,
302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e
255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda.
Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas,
112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.
MAIS FOTOS AQUI
Joyce Bacchante às 1:33 PM 3 comentários
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segunda-feira, 17 de março de 2008

Eu quero ter um jardim e gatos pela casa.
Quero a casa cheia de amigos, para o riso ou para o choro.
Grama pra olhar a lua.
Andar de mãos dadas na hora do céu baunilha de Monet.
Há sonhos que já são vida e você nem vê!
Joyce Bacchante às 9:37 AM 0 comentários
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Tem dias em que eu só preciso de café e meus velhos cd's,
ontem parei pra ouvir Zeca Baleiro.
"Meu amor ele é demais
Nunca de menos
Ele não precisa
De camisa-de-vênus
Ouça o que eu vou dizer
Meu bem me ouça
O que ele precisa
É de uma camisa-de-força..."
Pelas ruas de Parnaíba...Gostei dessa foto.
(kkk)
Joyce Bacchante às 8:44 AM 2 comentários
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terça-feira, 11 de março de 2008
Morangos Morfados
Estou lendo Morangos Morfados, de Caio Fernando Abreu...
como sempre meu amigo Dourado me traz jóias da literatura brasileira.
Ele nem imagina como eu fico empolgada!
Ele vem com dois, três, quatro... livros pra me emprestar,
cada um mais interessante que o outro.
Morangos Mofados tem uma linguagem tão envolvente
que tive que dar um tempo às 4:30 da manhã
pois tinha que acordar cedo pra ir pra universidade.
O livro é dividido em 3 partes -
O MOFO, OS MORANGOS e MORANGOS MOFADOS
Me identifiquei muito com um conto da primeira parte
chamado " Os Sobreviventes", segue abaixo alguns trechos:
fico por aqui mesmo comparecendo a atos públicos,
pinchando muros contra usinas nucleares, em plena ressaca,
um dia de monja, um dia de puta, um dia de Joplin,
um dia de Teresa de Calcutá, um dia de merda.."

eu queria aceitar que fosse isso: éramos diferentes, éramos melhores,
éramos superiores, éramos escolhidos,
éramos mais, éramos vagamente sagrados,
mas no final das contas (...) cultura demais mata o corpo da gente,
cara, filmes demais, livros demais, palavras demais (...)
tinha uma biblioteca de Alexandria separando nossos corpos"
um sufoco, uma sede, um peso (...)
eu nunca tive porra de ideal nenhum, eu só queria era salvar a minha,
veja só que coisa mais individualista elitista capitalista,
eu só queria era ser feliz, cara, gorda, burra, alienada e completamente feliz."
acupuntura suicídio ioga dança natação cooper
astrologia patins marxismo candoblé boate gay ecologia,
sobrou só esse nó no peito, agora faço o quê?
não é plágio do Pessoa não,
mas em cada canto do meu quarto tenho uma imagem de Buda,
uma mãe de Oxum e outra de Jesusinho, um pôster de Freud,
às vezes acendo a vela, faço reza, queimo incenso,
tomo banho de arruda, jogo sal grosso nos cantos,
não te peço solução nenhuma,
você vai curtir seus nativos em Sri Lanka
depois me manda um postal contando qualquer coisa"
Parafraseando Heloísa Buarque de Holanda "Morangos não deixa de revelar uma enorme perplexidade diante da falência de um sonho e da certeza de que é fundamental encontrar uma saída capaz de absorver, agora sem a antiga fé, a riqueza de toda essa experiência."
Joyce Bacchante às 11:12 AM 5 comentários
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sábado, 1 de março de 2008

Raramente páro pra ver Tv...
mas a minissérie "Queridos Amigos "
chama minha atenção.
A trama é baseada no romance Aos Meus Amigos ,
de Maria Adelaide Amaral, e acontece em 1989,
um período em que o Brasil
enfrentava muitos problemas econômicos,
como a alta da inflação e planos econômicos sucessivos;
no mundo, a queda do muro de Berlim,
a perda de referência das esquerdas
e o crescimento do individualismo...
E vai se enganar redondamente
quem pensar que é de política que eles querem falar,
na verdade a minissérie trata de amizade, amor, elo, cumplicidade...
a trilha sonora dispensa comentários...
caetano, milton nascimento, janis joplin, cazuza, elis regina....
chega a arrepiar!!!
Não tem como não lembrar dos nossos velhos amigos...
Joyce Bacchante às 7:00 PM 2 comentários
Marcadores: queridos amigos
Enquanto isso, eu passeio pelo Portinho...
"Sossega, coração!
Não desesperes!
Talvez um dia,
para além dos dias,
Encontres o que queres
porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.
Sossega, coração, contudo!
Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme.
A grande, universal, solene pausa
Antes que tudo
em tudo se transforme."
[Fernando Pessoa - 1933]
Joyce Bacchante às 6:05 PM 1 comentários
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sábado, 9 de fevereiro de 2008
talvez seja o olhar indiferente, a individualidade, essa falta de apego
que faz com que eu admire mais esses bichanos!
Me fascinam.
Eles são um enigma, sempre singulares
nem feras nem todo domesticáveis...
só fazem o que querem!!!
Seu eu fosse budista, voltava gato...
Joyce Bacchante às 12:01 AM 2 comentários
Marcadores: gato
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
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O Anjo NELCHAEL
moderação nas palavras, equilíbrio entre o espiritual e o material.
Tem forte capacidade de liderança, autocontrole, paciência.
Busca sua estabilidade financeira, perseguindo seu ideal a qualquer custo, não aceitando perdas. Dotado de grande inteligência e imaginação, tem maturidade e domínio sobre seu "eu".
Procura sempre a harmonização de todos na família,
embora muitas vezes, sinta-se incompreendido por seus membros.
Tendência a ser um solitário sempre em busca do par ideal.
Ama o belo e detesta o que é feio e vulgar.
Será muito querido e respeitado em seu ambiente de trabalho.
Refinado, amante da poesia e da pintura.
Gostará de desenvolver sua mediunidade através das ciências esotéricas,
mas sempre de forma analítica. Será do tipo "ver para crer".
Anjo Contrário:
Domina o erro, a violência, a agressividade, a ignorância e o preconceito.
A pessoa sob a influência deste anjo contrário, poderá facilitar a promulgação de leis errôneas.
Príncipe: Tsaphkiel
Protege os dias: 09/04 - 21/06 - 02/09 - 14/11 - 26/01
Número de sorte: 5
Mês de mudança: maio
Carta do tarô: O papa
Está presente na Terra: de 6:40 às 7:00 da manhã
Salmo: 30
Joyce Bacchante às 5:14 PM 2 comentários
O carnaval naum podeira ser melhor...
Thiara Mariana foi uma ótima companhia... quem diria heimmm!!!
Banho de riacho, trilha... até funk dançamos no clube... kkkk
Conheci realmente, gente que eu já conhecia, pessoas que eu conversava tão pouco mas que com a convivência mudaram o meu ponto de vista à respeito delas....
e os desconhecidos que pareciam tão íntimos!!! rsrs
Não estava nem um pouco afim de voltar, aquela cidade calma, o cheiro de mato, terra molhada, o céu no fim de tarde... tudo isso me encanta, me prende!
Joyce Bacchante às 4:33 PM 3 comentários
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
aproveitei e andei procurando algo a respeito de GGM.
Há uma grande polémica sobre uma carta que correu o mundo
atribuída à Gabriel Garcia Marquez...
alguns dizem que ele não a escreveu.
Seja como for, eis alguns fragmentos da tal carta:
um poema de Mário Benedetti
e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à Lua.
Regaria as rosas com minhas lágrimas
para sentir a dor dos espinhos
e o encarnado beijo de suas pétalas."
lhes provaria como estão enganados
ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem,
sem saber que envelhecem quando deixam de se apaixonar."
mas com o esquecimento. "
sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa.
com sua pequena mão
pela primeira vez o dedo do pai,
o tem prisioneiro para sempre."
de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se. "
Joyce Bacchante às 9:21 AM 1 comentários
Marcadores: gabriel garcia marquez
domingo, 20 de janeiro de 2008
Grafite
Despertou a curiosidade local e da vizinha Londres.
Sua arte é interesse por ser engajada, irreverente, colorida, bem-humorada e ...
moderna: cheia de expressões pacifistas, anti-globalização e anticapitalismo!
Sua arte naum se restringe às fronteiras britânicas,
já chegou ao México e até no muro erguido pelos israelenses para separar o país da Cisjordânia.
Entre seus grafites, na Inglaterra, há alguns bem fora do convencional,
como o de guardas ingleses aos beijos ou
a de um terrorista jogando flores no lugar de granadas.





>>>>> mais no site .... "BANKSY - arte urbana"
Joyce Bacchante às 9:39 PM 2 comentários
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
Obras Poéticas - Cancioneiro - Fernando Pessoa
Joyce Bacchante às 11:21 AM 2 comentários
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
O anjo torto
Minha namorada tem segredos
tem nos olhos mil brinquedos
de magoar o meu amor
Minha namorada muito amada
não entende quase nada
nunca vem de madrugada
procurar por onde estou
É preciso ó doce namorada
seguirmos firmes na estrada
que leva a nenhuma dor
Minha doce e triste namorada
minha amada idolatrada
Salva, salva
o nosso amor
("Nenhuma dor", de Torquato Neto, O Anjo Torto)
* Torquato fala por mim......
Joyce Bacchante às 9:12 AM 1 comentários
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domingo, 13 de janeiro de 2008
Abre los ojos!!
As cores da natureza mudam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol, e nos quadros impressionistas de Monet o céu sempre tem cor de baunilha, uma confusão de sonho e realidade.
Essa inconstancia de cores, mostra que vc pode fazer algo em poucos segundos q pode mudar tudo, o destino das coisas.
O q é sonho e o q é realidade? É necessario abrir os olhos...
A vida tem um céu com cor de baunilha, tudo muda o tempo todo, a realidade tem vários ângulos, so depende do seu ponto de vista...
e que bom que toda manha temos uma nova chance...
Você cria suas oportunidades, caminha em direção a ela, e faz uma escolha.
certa? errada? você que sabe…
david: se eu abrir os olhos nos poderemos ficar juntos novamente?
sophia: talvez em outra vida quando nos formos gatos...
(filme -Vanilla Sky)
Joyce Bacchante às 9:29 AM 1 comentários
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
No início trabalhava em casa como designer / ilustrador.
Chueh foi responsável por vários projetos premiados, merecendo destaque pelas suas composições.
Joyce Bacchante às 9:05 AM 1 comentários
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2008

ANO NOVO.....
APESAR DE MEU REVEILLON TER SIDO CHATO, O ANO COMEÇOU BEM...
DE CARA, UMA APROVAÇÃO NO VESTIBULAR NO CURSO QUE, PARA MIM, ERA UMA UTOPIA... ""HISTORIA"" ........ TÔ MUITO FELIZ!!! VIDA NOVA......
QUASE TIVE UM TRECO, A MINHA VOZ NAUM SAÍA, ENTÃO FOI AQUELE CHORORÔ
ACHO QUE FELICIDADE ASSIM, É INDESCRITÍVEL..........
Joyce Bacchante às 8:26 AM 0 comentários
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Poema
Ou flecha de cravos que propagam fogo;
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e
Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
E graças a teu amor, vive oculto em meu
Corpo o apertado aroma que ascende da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
Te amo diretamente sem problemas nem orgulho;
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
Senão assim, deste modo, em que não sou nem és.
Tão perto de tua mão sobre meu peito é minha,
Tão perto que se fecham teus olhos com
Meu sonho..."
(Pablo Neruda)

do livro "Cien sonetos de amor", (Santiago, Ed. Universitaria, 1959)
é dividido em quatro partes: Manhã, Meio-dia, Tarde e Noite,
onde Neruda disseca todo o conteúdo da palavra amor.
Joyce Bacchante às 3:25 PM 0 comentários
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sábado, 3 de novembro de 2007
Na terra dos tremembés
Sou apaixonada por tudo que é relativo à história de povos nativos.
O livro é de Diderot Mavignier e segundo ele, os tremembés foram
os primeiros habitantes da costa litorânea do Piauí, Ceará e Maranhão.
É um povo que merece o respeito que uma gente forte merece.
Uma gente que mesmo em desigual condições de confronto,
teve a audácia de lutar pela liberdade e a coragem de perder.
Um fato importante da vida dos índios Tremenbés no litoral do Piauí
é que eles não aceitaram assentamento por parte dos europeus,
enquanto os Potiguares (região do Ceará) foram assentados pelos europeus
e os Tupinambás (São Luís) permitiram a ocupação dos franceses
e depois dos portugueses.
Os Tremembés provaram ser um povo guerreiro e valente:
somente após 200 anos é que tiveram seu território tomado pelos europeus.
Costumes dessa gente:
cultivavam mandioca, milho, feijão, batata, jerimum;
usavam arapucas, alçapões, zarabatanas, arcos e flechas para caçar;
criavam papagaios,
tingiam o corpo, faziam tatuagens,
usavam colares de sementes e dentes de macacos,
confeccionavam redes de palha, cestas de cipó;
usavam flautas de bambu e ossos, maracá de cabaça,
tambores de troncos de árvores, trombetas de búzios
e era exímios nadadores,
o que levou os colonizadores a apelidá-los de peixes racionais.
Um ritual de inversão bastante emblemático:
quando não estavam em pé de guerra,
eles recebiam os brancos aos prantos como uma irônica alegria.
Joyce Bacchante às 6:17 AM 1 comentários
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quarta-feira, 8 de agosto de 2007
e o amor?
Joyce Bacchante às 5:04 PM 2 comentários
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quinta-feira, 26 de julho de 2007
Carlos Zéfiro
Os "catecismos" eram desenhados diretamente sobre papel vegetal, eliminando assim a necessidade do fotolito, e impresso em diferentes gráficas em diferentes Estados, gerando, inclusive, diversos imitadores. Em 1970, durante a ditadura militar, foi realizada em Brasília uma investigação para descobrir o autor daquelas obras pornográficas que chegou a prender por três dias o editor Hélio Brandão, amigo do artista, mas que terminou inconclusa.
Ele foi o mestre dos quadrinhos pornôs brasileiros. Carlos Zéfiro soube como ninguém retratar o sexo como ele o é na vida real, sem falsos pudores, sem hipocrisia, com tesão, com poesia, não respeitando nenhum tabu e desvendando-nos todas as fantasias.
Ele dizia-se honrado por fazer parte da história do Brasil. Mas não se importa muito. Afinal, "tudo na vida é muito efêmero. Hoje se está no apogeu, amanhã no ostracismo". Uma de suas histórias chama-se CELITA .
Em 1992 recebeu o prêmio HQMix, pela importância de sua obra. Após sua morte teve um trabalho publicado como homenagem póstuma em 1997 na capa e no encarte do cd "Barulhinho Bom" da cantora Marisa Monte.
site Carlos Zéfiro, mais histórias > ARTE ERÓTICA
Joyce Bacchante às 7:57 AM 2 comentários
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sexta-feira, 13 de julho de 2007
Pesamentos de Clarice...
***
Joyce Bacchante às 3:34 PM 1 comentários
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terça-feira, 19 de junho de 2007
amizade
Joyce Bacchante às 8:47 PM 6 comentários
Marcadores: frase
sábado, 5 de maio de 2007
Não chegar a tentar é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido.
***
Talvez seja este o aprendizado mais difícil: manter o movimento permanente, a renovação constante, a vida vivida como caminho e mudança.
***
***
Você é aquilo que escolhe ser hoje, não o que escolheu antes.
(Edson Valeriano)
Joyce Bacchante às 12:46 PM 6 comentários
Marcadores: axiomas da vida
terça-feira, 1 de maio de 2007
Francisco Goya
Sua obra atropela o seu tempo.
Na primeira metade da década de 1790, contraiu uma doença séria e desconhecida, ficando temporariamente paralítico, parcialmente cego e totalmente surdo. Com a doença, perdeu sua vivacidade, seu dinamismo, sua autoconfiança, buscou outras inspirações para expressar sua fantasia e invenção sem limite, o que as obras sob encomenda não lhe permitiam. A alegria desapareceu lentamente de suas pinturas, as cores se tornaram mais escuras e seu modo de pintar ficou mais livre e expressivo.
Com as guerras napoleônicas Goya tornou-se amargo, transformando a sua arte em um ataque contra a conduta insana dos seres humanos, passando a retratar a falta de sentido do sofrimento humano, tanto injusto como não merecido. Tornando o sofrimento, sua matéria prima.
La Carga de los Mamelucos - Goya
Saturno devorando a un hijo (pinturas negras)
Dos viejos comiendo sopa (pinturas negras)
Joyce Bacchante às 2:47 PM 4 comentários
Marcadores: Goya
sábado, 14 de abril de 2007
Um boi vê os homens - Drummond
Coitados, dir-se-ia que não escutam nem o canto do ar nem os segredos do feno,
como também parecem não enxergar o que é visível
E ficam tristes e no rasto da tristeza chegam à crueldade.
Toda a expressão deles mora nos olhos –
Nada nos pêlos, nos extremos de inconcebível fragilidade, e como neles há pouca montanha, e que secura e que reentrâncias e que impossibilidade de se organizarem em formas calmas, permanentes e necessárias.
Têm, talvez, certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem
perdoar a agitação incômoda e o translúcido vazio interior que os torna tão pobres e carecidos de emitir sons absurdos e agônicos: desejo, amor, ciúme
(que sabemos nós), sons que se despedaçam e tombam no campo
como pedras aflitas e queimam a erva e a água,
e difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade. "
A sua solidão no campo associada à sua inconsciência do tempo e portanto da morte.
Joyce Bacchante às 3:50 PM 3 comentários
Marcadores: drummond
domingo, 1 de abril de 2007
O amor arrasa.
Ele nos despe além de nós mesmos.
Como não tentar dizê-lo?
Como fracassar, cegos e estúpidos?
Agradecemos o milagre, mas também cuspimos nele.
Levamos o amor nos braços para incinerar melhor na fogueira compartilhada.
(Corbo Borba - ensaísta e poeta colombiano)
*Pintura: 'Amor e Psyche' de François Gérard - (Roma, 1770-París, 1837) Pintor francês neo-classicista, foi retratista oficial da familia imperial. Suas obras, caracterizam-se por sua superficialidade e por sua fidelidade ao modelo.
Joyce Bacchante às 11:01 PM 3 comentários
Marcadores: Eros
quinta-feira, 29 de março de 2007
Joyce Bacchante às 12:25 AM 3 comentários
Marcadores: frases
sábado, 10 de março de 2007
"Do rio cujas águas tudo arrasta, se diz violento.
Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem"
(Bertold Brecht)
Joyce Bacchante às 9:29 PM 3 comentários



































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